Eu Tenho um pião

 

 

I
Eu tenho um pião
Um pião que dança
Eu tenho um pião
Mas não t`o dou não.

Refrão
Gira que gira
O meu pião
Mas não t`o dou,
Nem por um tostão.

Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

Josezito

 

 

I
Josezito,
Já te tenho dito,
Que não é bonito
Andares  me a enganar!

II
Chora agora,
Josezito, chora
Que me vou embora,
P’ra não mais voltar.

Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

Canção das Figuras

 

 

I
Eu sou o quadrado
Bonito de mais
Tenho quatro lados
E todos iguais.

II
Eu sou o triângulo
Tenho três biquinhos
De chapéu eu sirvo
Para os palhacinhos.

III
Eu cá sou o círculo
Sou igual à lua
Sou o mais redondo
Cá da minha rua.

IV
Eu sou o rectângulo
Dos campos relvados
Sou porta e sou mesa
Tenho quatro lados.

V
Nós somos diferentes
Mas muito amiguinhos
Muito nós brincamos
Mas sempre juntinhos.

Fim

 

 

 

 

 

Resineiro Engraçado

 

 

I
Resineiro engraçado, engraçado no falar
Ó, i, ó, ai, eu hei-de ir à terra dele
Ó, i, ó, ai ,se ele me quiser levar.

II
Já tenho papel e tinta, caneta e mata -borrão
Ó, i, ó, ai , p’ra escrever ao resineiro
Ó, i, ó, ai, que trago no coração.

III
Resineiro é casado, é casado e tem mulher
Ó, i, ó, ai, vou escrever ao resineiro
Ó, i ,ó, ai, quantas vezes eu quiser.


Fim

 

 

 

 

 

 



O Balão do João
 

 

O balão do João,
Sobe, sobe, pelo ar.
Está feliz o petiz,
A cantarolar.

 Mas o vento a soprar,
Leva o balão pelo ar.
Fica então o João
A cantarolar.

Fim

 

 

 

 

 

Ó José aperta o laço

 

 

I
Como ninguém lhe ligava
O José foi à cidade
Só p’ra ver se encontrava
Por lá qualquer novidade.
Viu um laço, que rica ideia
Disse logo e foi comprar
E toda a gente da aldeia
Começou logo a cantar.

Refrão
Ó José aperta o laço
Ó José aperta-o bem
O laço bem apertado
Ai, ó José fica-te bem (bis)

II
Com um laço tão catita
Toda a vida se mudou
Até a tia Maria
Logo o José cobiçou.
Combinou-se o casamento
Que foi bem curto o namoro
Pois até nesse momento
Ele ouviu cantar em coro.

Refrão

III
Diz agora toda a gente
Que o José sem desatinos
Já guardou todo contente
Muitos laços pequeninos.
Há-de ser p’rós Josezinhos
Que o casal espera por fim
E é a sorrir com carinho
Que hoje o povo canta assim.

Refrão

Fim

 

 

 

 

 

 

        

 

 

Escola
Música:
“Lá vai uma, lá vão duas…”

 

I
De segunda a sexta-feira
Vou à escola trabalhar
Ao sábado e ao domingo
Fico em casa a descansar.

II
Na escola todos juntos
Aprendemos a crescer
Nunca ninguém sabe tudo
Todos temos que aprender.

III
Aprendemos matemática
Um e dois e três e quatro
Às vezes representamos
Uma peça de teatro.

IV
Aprendemos a ouvir
Quando alguém está a falar
Para pedir a palavra
Pomos o dedo no ar.

V
Desenhamos e cantamos
No recreio temos bola
Somos todos muito amigos
Eu gosto de estar na escola.

Fim

 

 

 

 

 

 

 

 



Cai cai Balão

 

 

Cai, cai, balão
Cai, cai, balão
Bolinhas de sabão

Não cai não,
Não cai não,
Não cai não,
Cai aqui na minha mão.

Fim

 

 

 

 

 

A Moda da Rita

 

 

Esta é que era a moda
Que a Rita cantava.  (Bis)     

Lá na praia nova, olaré,
Ninguém lhe ganhava. (Bis)   

Ninguém lhe ganhava,
Ninguém lhe ganhou. (Bis)   

Esta é que era a moda, olaré,
Que a Rita cantou.  (Bis)   

Fim

 

 

 

 

 

   

 

Milho Verde
 

 

 

I
Minha vida é bem útil
Apesar de ser um grão
Quem me cultivar no campo
Não terá falta de pão.

II
O grão lançado à terra
Germina pois sem sarilho
Basta um pouco de rega
E logo nasce o milho.

III
Depois de estar crescido
E de estar bem criado
É preciso com a foice
O milho então ser cortado.

IV
Virá depois a desfolhada
Entre cantigas e vinho
E depois de estar bem seco
Levamo-lo p´ró moinho.

V
Nesse lugar bem sagrado
Do moinho que é casinha
O grão será esmagado
E transformado em farinha.

VI
A farinha que é branca
É símbolo de alegria
Será pois então levada
Por nós para a padaria.

VII
O homem que quer comer
Terá pois de trabalhar
Basta-nos cuidar da terra
 Para ela nos dar o pão.

 

Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

A Galinheira

 

 

I
As mulheres do monte
Quando vão à vila
Levam cestos de o vos
Galinhas em cima.

II
Ao subir a escada
E ao virar a esquina
Quebraram-se os ovos
Fugiu a galinha.

III
Chegando ao outeiro
Pira, pira, pira
Quanto mais chorava
Mais ela fugia.

Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 



Tenho uma Boneca

 

 


 

Tenho uma boneca, assim, assim,

Veio de Paris, p’ra mim p’ra mim,

Ela diz: papá e mamã também.

Abre e fecha os olhos

E dorme bem.

 

Fim

 

 

 

 

 

 

 

Salta a Bola

 

 

Salta a bola, salta, salta;
Salta a bola pelo ar.
Salta a bola, salta, salta;
Salta a bola, até parar.

Gira a roda, gira, gira;
Gira a roda e vai virar.
Vira a roda, vira, vira;
Vira a roda até parar.

Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

São Coradinhas

 

 

I
Eu dei-te duas maçãs
Que apanhei no meu quintal    
São coradinhas, coradinhas são,
São coradinhas do meu coração!   

II
São boas e madurinhas
Não te podem fazer mal.   
São coradinhas, coradinhas são,
São coradinhas do meu coração.

Fim

 

 

 

 


Olha a bola Manel

 

 

Refrão

Olha a bola, Manel
Olha a bola, Manel
Foi-se embora, fugiu. (Bis)

I                     
O Manel tinha uma bola
Que rolava pelo chão
Na calçada ela rola
Deu-lhe uma dentada, um cão.

II
O Manel tinha uma bola
Mas por falta de atenção
Lá deixou ele ir a bola
Presa nos dentes de um cão.

III
O Manel tinha uma bola
Mas agora não tem não
Agente a ver se o consola
Vai cantar-lhe esta canção.


Fim

 

 

 

     
 


O meu Chapéu

 

 

 

O meu chapéu tem três bicos,
Tem três bicos o meu chapéu.

 Se não tivesse três bicos
O chapéu o chapéu não era meu.

 

Fim

 

 

 

 

 

 

         


Tão Balalão

 

 

 

Tão-balalão, cabeça de cão,
Orelhas de gato, não tem coração

Tão-balalão, cabeça de cão,
Cozida e assada no meu caldeirão.


Fim

 

 

 

     
 



A Saquinha das surpresas

 

 

 

A saquinha das surpresas
Ninguém sabe o que lá vem
Tão calada, tão quietinha
Vamos ver o que lá vem!.

 

Fim

 

 

 

 

 

 

 

      


 

Proteger a Natureza

 

 

Refrão
Temos de deixar de poluir,
Não deitar lixo p`ro chão,
Não deitar lixo no mar.
Vamos preservar a natureza,
Aprender a reciclar,
Preparar o amanhã.

Quadras declamadas

I
Para a natureza ajudar
Vamos ter que nos juntar
Eu aqui e tu ali
Vamos lá a trabalhar.
A natureza está a morrer
Sem ninguém para a proteger
Os animais que lá estão a morar
Têm de ir para outro lugar.

Quadras declamadas

II
A terra está a ser destruída
Um dia nada vai restar
Alguma coisa temos de fazer
Para o nosso mundo salvar.
Para o ambiente proteger
Vamos ter que nos juntar
Temos muito de fazer
Para o mundo renovar.

Refrão 2x


Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

Madalena

 

 

I
Madalena senhora corajosa
Quando vê um cão.
Importante e toda majestosa
Faz-lhe festas com a mão.
Madalena sentada não chega com os pés ao chão.

II
Madalena menina traquina
Quando vê um gato
Corre logo a esconder-se numa esquina
E dá-lhe com o sapato.
Madalena não é coisa que se faça ao gato.

II
Madalena perde o ar valentão
Se ao pé de mim vem
Não tem medo do gato nem do cão
Mas, ai de mim tem.
Madalena, os animais não fazem mal a ninguém.


Fim

 

 

 

 

 

Menino de Oiro

 

 

I
O meu menino é de oiro
É de oiro fino
Não façam caso
Que é pequenino.  (Bis)  

II
O meu menino é de oiro
De oiro fagueiro
Hei-de levá-lo
No meu veleiro. (Bis)  

III
Venham aves do céu
Pousar de mansinho
Por sobre os ombros
Do meu menino. (Bis)  

IV
Venham, comigo venham
Que eu não vou só
Levo o menino
No meu trenó. (Bis)  

VI
Quantos sonhos ligeiros
P´ra teu sossego
Menino avaro
Não tenhas medo.

VII
Onde fores no teu sonho
Quero ir contigo
Menino de oiro
Sou teu amigo. (Bis)  

VIII
Venham altas montanhas
Ventos do mar
Que o meu menino
Nasceu p`ra amar. (Bis)  

XIX
Venham, comigo venham
Que eu não vou só
Levo o menino
No meu trenó. (Bis)  

 

Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ó Rama!

 

 

Refrão
Ó rama, ó que linda rama
Ó rama da oliveira
Ó meu par é o mais lindo
Que anda aqui na roda inteira.
Que anda aqui na roda inteira
Aqui em qualquer lugar.

I
Eu gosto muito de ouvir
Cantar a quem aprendeu,
Se houvesse quem me ensinara
Quem aprendia era eu.
Ó rama, ó que linda rama
Ó rama do olival.

Refrão

 II
Não me inveja de quem tem
Carros parelhas e montes,
Só me inveja de quem bebe
A água em todas as fontes.

Refrão

 

Fim

 

 

 

 

 

 

        

 

Malmequer Mentiroso

 

 

I
Ó malmequer mentiroso
Quem te ensinou a mentir
Tu dizes que me quer bem
Quem de mim anda a fugir.

II
Desfolhei um malmequer
Num lindo jardim de Santarém
Malmequer, bem me quer
Muito longe está quem me quer bem.

III
Coitado do malmequer
Sem fazer mal a ninguém
São todos a desfolhá-lo.
Para ver quem lhe quer bem.

IV
Malmequer não é constante
Malmequer muito varia
Vinte folhas dizem morte
Treze dizem alegria


Fim

 

 

 

 

 


Escravos de Jó

 

 

Escravos de Jó,

Jogam cachangá.

Tira, põe, deixa ficar.

Guerreiros com guerreiros,

Fazem zigui, zigui, zag.

 

Fim

 

 

 

 

 


Meu Almoço

 

 

 

Meu almoço, meu almoço,

Vou comer, vou comer.

P’ra ficar gordinho,

P’ra ficar gordinho,

E crescer,

E crescer.


Fim

 

 

 

 

 

              

 

 


Meu Leitinho

 

 

 

Meu leitinho, meu leitinho

Vou beber, vou beber

P’ra ficar fortinho

P’ra ficar fortinho

E crescer, e crescer.



Fim

 

 

 

 

 

 


De Manhã Cedinho

 

 

 

De manhã muito cedinho
Bebo o leite bem quentinho
Leite só, isso não
Bebo leite e como pão.

Como pão com manteiguinha
Como pão com queijinho
Limpo a boca bem limpinha
Deixo tudo arrumadinho.


Fim

 

 

 

 

 

 

 

Come a Papa

 


Refrão
Come a papa, Joana come a papa,
Come a papa, Joana come a papa.

I
Um, dois, três, é uma colher de papa,
Quatro, cinco, seis, é uma história de reis,
É uma colher de papa.

Refrão

II
Sete, oito, nove, e ainda nada se resolve,
Dez, onze, doze, dá-se a colher e acabou-se a pose,
É uma colher de papa.

Refrão


Fim

 

 

 

 

 

 


A Ani Cuni

 

 

 

A ani cu uni
A au ani

Au au au
Bi ca na
Sa ê a.

A au ani
Bit si ni. (Bis)

 

Fim

 

 

 

 

 

 

 



Chegar à Escola

 

 

 

Chegando à nossa Escola,

 Eu canto com alegria,

Saúdo os amiguinhos,

Eu digo BOM DIA.

 

Fim

 

 

 

 


Bom Dia Amiguinhos

 


 

Bom dia, bom dia, amiguinhos
Que grande alegria
Estarmos juntinhos.

De manhã quando aqui chego
Saltitando alegremente
Começo por desejar
Um bom dia a toda a gente. (Bis)


Fim

 

 

 

 

 

 

Bom Dia

 


Entrando na nossa escola,
Cantando com alegria,
Saudamos os coleguinhas:
“Bom dia, bom dia.”

Depois ao entrar na sala,
Cantamos com alegria,
Saudamos os professores:
“Bom dia, bom dia.”

Saindo da nossa escola,
Cantamos com alegria,
Saudamos os coleguinhas:
“Adeus, até outro dia.”

Depois ao sair da sala,
Cantamos com alegria,
Saudamos os professores:
“Adeus, até outro dia”

Fim

 

 

 

 

 


Anãozinho

 

 

 

Anãozinho
Anãozinho
Que trazes no teu saco?

Ocus pocus
Ocus pocus
Plim, plam, plum!...

 

Fim

 

 

 

 

 

 

Chinesinhos

 

 

I
Tchim tchim tchim
Os chinesinhos
Andam lá na China
Sempre aos passinhos.

II
Tchim tchim tchim
Os chinesinhos
Não comem com garfos
Mas sim com pauzinhos.

III
Tchim tchim tchim
Os chinesinhos
Lá se cumprimentam
Mas sem dar beijinhos.

Fim

 

 

 

 

 

 


Francesinha

 

 

Eu cá vi passar
Uma linda pastorinha
Cabelos cortados à moda francesinha
Vesti o meu capote
Corri atrás dela
Com toda a meiguice chamando por ela:

P’st, p’st oh menina
P´st, p’st olha a gente
Eu sou da marinha
Eu cá sou tenente.

Fim

 

 

 

 

 

 


As Compras

 



Ainda não comprei
Mas eu vou comprar
Um lençinho branco
P’ro papá usar. (Bis)

 Ainda não comprei
Mas eu hei-de comprar
Um chapéu bonito
P’rá maninha usar. (Bis)

Ainda não comprei
Mas eu hei-de comprar
Um vestido novo
P’rá mamã passear. (Bis)

Ainda não comprei
Mas eu hei-de comprar
Um sapato branco
Para eu calçar. (Bis)


Fim

 

 

 

 

 


Minha mãe mandou-me às compras

 

 

I
Minha mãe mandou-me à loja
Comprar um tostão de vinho. (Bis)
É de noite faz-se escuro
Tenho medo do caminho. (Bis)

Refrão
Ai li ai li ai li
O, la, ré, pum, pum
Ai, li ,ai, li, ai, li.

Toma lá dá cá
Toma lá este raminho
Que tão bem te ficará. (Bis)

II
Minha mãe mandou-me à loja
Comprar um tostão de pão. (Bis)
É de noite faz-se escuro
Tenho medo do papão. (Bis)

Refrão

III
Minha mãe mandou-me à loja
Comprar um tostão de café. (Bis)
É de noite faz-se escuro
Tenho medo de ir a pé. (Bis)

Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

Pintar é Divertido

 


Com as cores
Pinto magia
Bonecos, palhaços
E muita alegria.

Vermelho, amarelo
Cores de Verão
Pinto o sol
E o coração.

O azul no céu
Na água do mar
Branca é a neve
Na serra a brilhar.

Pintando assim
É tão divertido
Fazer o mundo
Mais colorido.                    
Fim
 

 

 

 

Caixinha de Cores

 

 

I
Tenho uma caixinha
Com lápis de cores
Vou pintar o mar
O sol e as flores.

Refrão
O sol é vermelho
Azul é o mar
Verdinha é a folha
Ao vento a dançar. (Bis)

II
Com amarelo
Vou pintar a lua
Com o preto e branco
As pedras da rua. (Bis)

Refrão

III
Vou pintar com roxo
Um baguinho d’ uva
Com azul clarinho
Vou pintar a chuva. (Bis)

Refrão

IV
Se eu quiser eu pinto
A noite e o vento
Sete são as cores
E as outras mais invento. (Bis)

 

Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Amélia

 


Lá estava a Amélia no corredor
Tão pequenina a tocar tambor.

Lá estava a Amélia na chaminé
Tão pequenina a tomar café.

Lá estava a Amélia no buraquinho
Tão pequenina a fazer caldinho.

Lá estava a Amélia no arvoredo
Tão pequenina cheia de medo.

Lá estava a Amélia no campo só
Tão pequenina metia dó.

Lá estava a Amélia à beira do rio
Tão pequenina cheia de frio.

Fim

 

 

 

 

 

 

          

 

Ó Júlia!

 

 

Ó Júlia, ó Júlia, ó Júlia!
Que é, que é, que é.
Se queres dançar ó Júlia,
Tens de pôr aqui o pé.

Ó Júlia, ó Júlia, ó Júlia!
Que é, que é, que é.
Quebraste a caneca,
Já não bebes mais café.

Fim

 

 

 

Os olhos da Marianita

 

 

I
Os olhos da Marianita
São verdes cor do limão
Ai sim Marianita ai sim
Ai não Marianita ai não.

II
Os olhos da Marianita
São negros cor do carvão
Ai sim Marianita ai sim
Ai não Marianita ai não.

III
Os olhos da Marianita
Tenho os aqui na minha mão
Ai sim Marianita ai sim
Ai não Marianita ai não.

Fim

 

 

 


Se você está feliz

 

 

Se você está feliz bata as palmas
Se você está feliz bata as palmas
Se você está feliz e nos quer
Bata as palmas duas vezes a seguir.

Se você está feliz dê beijinhos
Se você está feliz dê beijinhos
Se você está feliz e nos quer
Dê beijinhos duas vezes a seguir.


Fim

 

 

 

 
 

 

Ao Passar o Ribeirinho

 


I
Ao passar o ribeirinho,
Pus o pé, molhei a meia (Bis – 3 vezes)
Não casei na minha terra,
Fui casar à terra alheia. (Bis – 3 vezes).

II
Ao passar o ribeirinho,
Água sobe, água desce . (Bis – 3 vezes)
Dei a mão ao meu amor
Antes que alguém soubesse. (Bis – 3 vezes)

III
Passei um dia em Lisboa
Estava tudo à janela. (Bis – 3 vezes)
Parece que nunca viram
Gente de fora da terra. (Bis – 3 vezes)

Fim

 

 

 

 

 

 

 

O Pretinho Barnabé

 

 

 

O pretinho Barnabé, tiro-liro-liro,
O pretinho Barnabé, tiro-liro-lé.

A saltar quebrou um pé, tiro-liro-liro,
A saltar quebrou um pé, tiro-liro-lé.

Salta agora só num pé tiro-liro-liro,
Salta agora só num pé, tiro-liro-lé.


Fim

 

 

 

 


 

Marcha Soldado

 

 

Refrão
Marcha soldado, cabeça de papel
Se não marchares direito
Vais preso p’ro quartel
E um e dois e três
E quatro e cinco e seis
E sete e oito e nove
Para doze faltam três

I
Corri a Espanha toda
A cavalo num burrito
E os espanhóis disseram
Ai que burro tão magrito.

Refrão

Fim

 

 

 

 

 

 

 


Plim, Plim, Plim

 

 

Plim, plim, plim
Sou pequenina
Plim, plim, plim
Mas vou crescer
As pernas eu vou cruzar
Os braços vou arrumar
E a boca vou fechar.


Fim

 

 

 

 

 

 

     


 

O Ti Jaquim

 

 

 

I
A mulher do ti Jaquim
Uma dama cá das nossas
Para a ceia tinha ontem
Um prato de papas grossas.

II
O marido que é guloso
De alegria então pulou
E comeu-as tão à pressa
Que coitado se afogou.

III
Foi preciso lhe bater
Pois estava afogadinho
Coitado do Jaquizinho
Coitado do ti Jaquim
Que ficou afogadinho
Que jantar mal acabado.

IV
E então o ti Jaquim
Resolveu a si jurar
Não voltar a comer papas
Para não mais se afogar
Coitado do Jaquizinho
Que ficou afogadinho.


Fim

 

 

 

 

 

 

 

 


 

Era uma vez um Rei

 

 

Refrão
Era uma vez um rei
Com uma grande barriguinha
Comia, comia
E mais fome tinha.

I
“Bom dia, Sr. rei!
Como passa vossa alteza?!...
Se continua a comer tanto
Vai rebentar com certeza”.
- Isto dizia o bobo,
No meio de uma palhaçada
Mas o rei continuava
Como se não fosse nada.

II
“Bom dia, Sr. Rei,
Viva vossa Majestade!
Depois de tanto comer
Como é que ainda tem vontade?”
- Isto dizia a Rainha
Meia triste, meia zangada,
Mas o rei continuava
Como se não fosse nada.

III
“Bom dia, Sr. Rei,Vossa
Majestade é o maior,
Um rei deve ser grande
Se for gordo ainda é melhor.”
-Isto dizia o cozinheiro
Olhando o rei de alto a baixo,
O rei que coma, que coma
Quero lá perder o tacho.

IV
“Bom dia, senhor rei
Faz Vossa Alteza muito bem
Os reis são feitos para comer
Para beber e dormir também.”
- Isto dizia o conselheiro
Esfregando as mãos de contente,
O rei que coma, que coma
Enquanto eu sou o Regente.

V
E para final desta história
Já com tanto que contar,
Vamos dizer-lhes amiguinhos,
Como o rei se passou a chamar.
Sua alteza de tanto comer,
Já só andava à cambalhota,
O povo chamou-lhe então
O não sei quê, é o “Rei bolota”.

 

Fim

 

 

 

 

 

 

 

                


Um, dois, três

 

 

 

 

Um, dois, três
As perninhas ao chinês
Quatro, cinco, seis
Os braços já sabeis
Sete, oito, nove
A boca não se move.


Fim

 

 

 

 

 

 

 

 


Ponha aqui o seu Pézinho

 

 

 

Ponha aqui o seu pezinho
Devagar devagarinho
Para ir à Ribeira Grande
Eu tenho uma carta escrita
Para ti cara bonita
Não tenho por quem a mande.

 

Fim

 

 

 

 

 

 

Apanhar o trevo

 

 

I
Apanhar o trevo,
O trevo do chão.
Apanhar o trevo
Na manhã de São João.

Refrão
Quem está bem, deixa-se estar
E eu não posso estar melhor;
Estou à beira de quem amo
Não há regalo maior.

II
Apanhar o trevo
Ó Maria, não te encolhas.
Apanhar o trevo
O trevo de quatro folhas.

Refrão

III
Apanhar o trevo
Não te encolhas, ó Maria.
Apanhar o trevo
Até ao romper do dia.

Refrão

 

Fim

 

 

 

 

 

 

 

 


Oliveirinha da Serra

 

 

 

Oliveirinha da serra
O vento leva a flor
Ó, i, ó, ai, soa mim ninguém me leva
Ó, i, ó, ai, para o pé do meu amor.
Oliveirinha da serra
O vento leva a ramada
Ó, i, ó, ai, só a mim ninguém me leva
Ó, i, ó, ai, para o pé do meu amado.


Fim

 

 

 

 

 



Alecrim

 

I
Alecrim, alecrim dourado
Que nasce no campo sem ser semeado 

Refrão
Ai meu amor quem te disse a ti
Que a flor do norte era o alecrim.

II
Alecrim, alecrim aos molhos
Por causa de ti choram os meus olhos.

III
Alecrim, alecrim do Minho
Por causa de ti chora o Fernandinho.


 
Fim

 

 

 

 

 

San Macaio

 

 

San Macaio,
San Macaio deu à costa. (Bis)

 Ai deu à costa,
Deu à costa na Feteira.  (Bis)

Toda a gente
Toda a gente se salvou. (Bis)

Ai se salvou
Só morreu uma feiticeira. (Bis)

Eu já vi
Eu já vi o San Macaio. (Bis)

Ai eu já vi
No mar alto a navegar. (Bis)

Lá dentro
Lá dentro o meu amor. (Bis)

Ai lá dentro
Com pena de me deixar. (Bis)

San Macaio
San Macaio deu à costa. (Bis)

Ai deu à costa
Nos baixos do Maranhão. (Bis)

Toda a gente
Toda a gente se salvou. (Bis)

Ai se salvou
Só o San Macaio não. (Bis)

 
Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

Madeira

 

Hoje ficamos
A saber e muito bem
Que a Madeira e Porto Santo
São Portugal também.

A Madeira é um jardim
Como ela não há igual
Fica no Oceano Atlântico
A sudoeste de Portugal.

Por ter paisagens tão belas
No mundo é conhecida
Por pérola do Oceano
E por isso é preferida.

 P`ra lá vão passar férias
Por ter clima sem par
Portugueses e estrangeiros
Para nela repousar.

Seus produtos mais famosos
São o vinho e a banana
Também produz cereais
E o açúcar de cana.

A indústria mais importante
É dos famosos bordados
São feitos pelas mulheres
E são mais apreciados.

O seu vinho e flores
São de fama mundial
E as mobílias de verga
São trabalho artesanal.

Se quiseres ir à Madeira
Conhecer a capital
De navio ou de avião
Vais direitinho ao Funchal.


Fim

 

 

 

 

 

Todos me querem
(Alto Minho)

 

 

Digo adeus à serra d`Aire 
Digo adeus a S. Lourenço
Não te digo adeus a ti
Porque sabes o que eu penso.

Refrão
Todos me querem
E eu quero algum
Quero o meu amor
Não quero mais nenhum.

Já passei a roupa a ferro
Já passei o meu vestido
Amanhã vou-me casar
O Manel é meu marido.

O Manel é meu marido
O Manel é quem me adora
O Manel é quem me leva
Da minha casa p`ra fora.

Da minha casa p`ra fora
Da minha casa p`ra dentro
O Manel é quem me leva
No dia do casamento.


Fim

 

 

 

 

 

Rios Portugueses
Música: “Ó Rosa arredonda a saia “
 

 

 

O meu lindo rio Minho
Rio do meu coração
Nas tuas águas se criam
O sável e o salmão.

O meu lindo rio Douro
O rio das altas margens
Pois em ti se construíram
Grandes e lindas barragens.

Mondego na Estrela nasce
Por Coimbra vai passar
E na Figueira da foz
Ele vai desaguar.

 Fim

 

 

 

 

 

 

Sardinhas
 

 

 

Uma sardinha
Duas sardinhas
Três sardinhas
E um gato
Se disputaram
De tal maneira
E se meteram
Num sapato
Oh tchi, tchi, tchi, tchi, thi, tchi, ó ó
Oh ó, ó, ó, ó, ó, tchi tchi
Quê-lo repita
La senhorita (nome da criança).

 

Fim

 

 

 

 

 

Dez Jarros de água

 

 

10 Jarros de água, na mesa do salão,a
10 Jarros de água, na mesa do salão.
Mas se um jarro de água cair no meio do chão,
Ficam nove jarros de água na mesa do salão.
9 Jarros de água, na mesa do salão,
9 Jarros de água, na mesa do salão.
Mas se um jarro de água cair no meio do chão,
Ficam 8 jarros de água, na mesa do salão.
8 Jarros de água, na mesa do salão,
8 Jarros de água, na mesa do salão.
Mas se um jarro de água cair no meio do chão,
Ficam 7 jarros de água, na mesa do salão.
7 Jarros de água, na mesa do salão,
7 Jarros de água, na mesa do salão.                           
Mas se um jarro de água cair no meio do chão,
Ficam 6 jarros de água, na mesa do salão.
6 Jarros de água, na mesa do salão,
6 Jarros de água, na mesa do salão.
Mas se um jarro de água cair no meio do chão,
Ficam 5 jarros de água, na mesa do salão.
5 Jarros de água, na mesa do salão,
5 Jarros de água, na mesa do salão.
Mas se um jarro de água cair no meio do chão,
Ficam 4 jarros de água, na mesa do salão.
4 Jarros de água, na mesa do salão,
4 Jarros de água, na mesa do salão.
Mas se um jarro de água cair no meio do chão,
Ficam 3 jarros de água, na mesa do salão.
3 Jarros de água, na mesa do salão,
3 Jarros de água, na mesa do salão.
Mas se um jarro de água cair no meio do chão,
Ficam 2 jarros de água, na mesa do salão.
2 Jarros de água, na mesa do salão,
2 Jarros de água, na mesa do salão.
Mas se um jarro de água cair no meio do chão,
Fica 1 jarro de água, na mesa do salão.
1 Jarro de água, na mesa do salão,
1 Jarro de água, na mesa do salão.
Mas se um jarro de água cair no meio do chão,
Ficam 0 jarros de água, na mesa do salão.

 

Fim

 

 

 

 

    
 

 

Os Números

 

 

Nº 1
Eu sou o número um
Fui o primeiro a chegar
De todos os meus irmãos
Que aqui vou enumerar.

Nº 2
Logo a seguir a mim
Nasceu um pimpão
Que se chama número dois
É o meu segundo irmão.

Nº 3
Mas passado pouco tempo
Nasceu o número três
Vão chegando devagarinho
Cada um por sua vez.

Nº 4
Já vem outro a caminho
Adivinhem quem será
Deve ser o número quatro
Que vai aparecer por cá.

Nº 5
Agora é o número cinco
Vai ficar sentado no meio
De todos os seus irmãos
Desde o ultimo ao primeiro.

Nº 6
E agora vem chegando
O senhor que é o número seis
Quando se faz a matemática
Ele vai logo prós papéis.

Nº 7
O outro a mesma coisa
E assim sucessivamente
É a vez do número Setembro
Ele sabe perfeitamente.

Nº 8
A seguir vem o número oito
Já estamos quase no fim
Só falta o nove e o dez
Que são a seguir a mim.

Nº 9
Eu sou o grandalhão
Acima de mim só há um
O meu nome é o número nove
Nove nada não há um.

Nº 10
Já tenho todos os números
Agora chegou ao fim
Aqui nasce o número dez
Vem tarde mas sempre vem.

Todos eles são amigos
Usam todos grandes tácticas
Andam sempre muito unidos
Nas contas de matemática.


Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Vamos Brincar

 

 

Vamos brincar
Começa devagar
Depois de começar
Não posso mais parar. (1 dedo)

Vamos brincar
Começa devagar
Depois de começar
Não posso mais parar.(2 dedos)


Fim

 

 

 

 

 

 

 

     


Eu mexo um dedo...

 

 

Eu mexo um dedo di gui di di gui di
Eu mexo o outro di gui di di gui di
Eu mexo os dois di gui di di gui di
Eu mexo os dois di gui di di gui di.
 

Nota: Repete com as diversas partes do corpo. Termina cantando:
Eu mexo tudo digui di di gui di
Eu mexo tudo digui di di gui di.

 

Fim

 

 

 

 

Tenho olhos para ver...

 

 

 

Tenho olhos para ver
Ouvidos para escutar
Tenho mãos para escrever
Boas pernas p’ra saltar.

Dobra, dobra o meu corpinho
Salta, salta minhas perninhas
Corre, corre sem parar
Mas também podes andar.

Onde está a tua anca
Aponta o tornozelo
E agora no teu braço
Aponta o cotovelo.


Fim

 

 

 

 

 

 


Tenho um nariz

 

 

Tenho um nariz
E tenho dois olhos
Tenho uma boca
E tenho duas orelhas
Tenho um queixo
E tenho duas faces
Tenho uma cabeça
E tenho ideias.


Fim

 

 

 

 

          
 


Os dez dedos

 

 

 

Tenho dez dedos nas mãos
Cinco nesta e cinco nesta
Os meus dedos tudo podem
E de tudo são capazes
Se fecho as mãos não os vejo
Quando as abro vejo então
Mexo-os p’ra cima e p’ra baixo
E depois já cá não estão.


Fim

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Palmas, Palminhas

 

 

 

Palmas, palminhas, eu hei-de bater
Depois as mãozinhas, p’ra trás esconder
Com força, com força, eu hei-de bater
Depois as mãozinhas, p’ra trás esconder
P’ra cima p’ra baixo, eu hei-de bater
Depois as mãozinhas, p’ra trás esconder
De leve, de leve, eu hei-de bater
Depois as mãozinhas, p’ra trás esconder.

Fim

 

 

 

 

Cabeça Grande

 

 

Cabeça grande
Como um repolho
Em cada cabelo
Tinha um piolho.

Refrão
Que bem me importa
Que falem de mim
Conheço um (nome duma criança)
Que era mesmo assim.

Barriga grande
Como um tambor
Comia tanto
Que era um horror.

Pezinho pequenino
Pequenininho
Em cada dedo
Tinha um bichinho.

Nariz grande
Como uma batata
Em cada buraco
Tinha uma barata.

Fim

 

 

 

 

 


 

Limpa os Vidros
 

 

Limpa os vidros
Limpa, limpa
Que a poeira
Veio sujar.

Limpa os vidros
Da janela
E depois põe-te
A espreitar.

A janela
Do meu quarto
Quantas coisas
Para ver.

As árvores
A balouçar
E as pessoas
A correr.

 

Fim

 

 

 


Todos Sentadinhos

 

 

 

Todos, todos, sentadinhos
Na alcatifa sem falar
Com as perninhas à chinês
E os braços eu vou cruzar (Bis).

 

Fim

 

 

 

 

 

 

Naquela linda manhã

 

 

I
Naquela linda manhã
Estava a brincar no jardim
A certa altura a mamã
Chamou-me e disse-me assim.

II
Não brinques só a correr
Tropeças sem querer
Cais, ficas mal.
Respondi: sim está bem
Depressa porém esqueci-me de tal.

III
Não me lembro então como foi
Escorreguei caí, no chão.
No joelho ficou um dói-dói
No nariz um arranhão
Não me lembro então como foi
Por ser mau, fui infeliz.

Faço agora tudo quanto a mamã me diz.  (Bis)

Fim

 

 

 

 

 


Esta é a Igrejinha

 

 

 

Esta é a igrejinha. (Bis)
Vejam só sua torrinha. (Bis)
Este é o sacristão. (Bis)
Que se chama Sebastião. (Bis)
Não te esqueças Sebastião. (Bis)
Toca o sino dlim, dlim, dlão. (Bis)
Abre a porta tem muita gente. (Bis)
É dia de domingo, estou contente. (Bis).


Fim

 

 

 

 

 

JESUS

 

 

Refrão
Jota, jota,
E, E, E,
S, S, S,
U, U, U.
Jota, jota,
E, E, E,
S, S, S,
U, U, U. 

I
Cinco são as letras,
P’ra dizer JESUS.
Tu és o companheiro,
Aquele que me conduz.

Refrão

II
Cinco são as letras,
P’ra dizer AMIGO.
Tu és quem me chama,
Eu quero ir contigo.

Refrão

III
Cinco são as letras,
P’ra dizer MARIA.
A mãe de Jesus,
Que tanto lhe queria.

Refrão

IV
Cinco são as letras,
P’ra dizer SORRI.
Tu és a minha alegria,
Gosto muito de ti.

Refrão

 

Fim